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sábado, 22 de fevereiro de 2014

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Os “zeróis” da Enchente - Por: Professor Nazareno

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Os “zeróis” da Enchente - Por: Professor Nazareno

Sábado, 22 de Fevereiro de 2014 / 10:54 - Atualizado em Sábado, 22 de Fevereiro de 14 / 10:58
Ultrapassando a incrível marca de 18 metros ainda no mês de fevereiro, a cheia do rio Madeira continua inclemente em 2014. Uma espécie de “indústria da seca” às avessas, esse previsível fenômeno da natureza, talvez turbinado e impulsionado pela desastrosa construção das usinas hidrelétricas e outros fatores antropológicos desnuda de vez a hipocrisia e a “cara de pau” de nós, seres humanos. Mais uma vez acuado pela sua notória incompetência para lidar com as intempéries da natureza, o Poder Público aliado a uma sociedade hipócrita e interesseira procura no meio do caos razões para expiar sua culpa, sua tão grande culpa. No Brasil, as pessoas carentes e necessitadas, geralmente com a conivência desse mesmo Estado inútil, fazem suas moradias em áreas de risco e depois do pior, imploram ajuda aos governantes e à mesma sociedade.

O drama vivido pelos ribeirinhos e suas famílias e por todos os atingidos pelo fenômeno poderia nem estar acontecendo: se prevenir é melhor do que remediar, por que somente as pessoas pobres, geralmente com a “compreensão” de autoridades corruptas e incompetentes, fazem suas moradias em áreas de risco e depois do pior, são abandonadas e jogadas à própria sorte? O drama dos rincões secos do Nordeste e do desbarrancamento de morros no Rio de Janeiro infelizmente se repete na calha do rio Madeira na Amazônia brasileira. E no caso de o pior acontecer nada será feito, pois no Brasil, e particularmente em Rondônia, o Poder Público não está e nem nunca esteve preparado para evacuar as pessoas. Está preparado apenas para evacuar NAS pessoas. Mais miserável ainda é quem depende da ajuda dos outros para sobreviver.

Como ninguém conscientizou os ribeirinhos do perigo que corriam, dar esmolas agora não resolverá o drama de ninguém. Igual aos políticos que tanto desprezamos, estamos dando o peixe e se esquecendo de ensiná-los a pescar. Esse negócio de “Páscoa Solidária”, “S.O.S Ribeirinhos”, “Solidariedade a quem sofre”, “Estenda a mão aos alagados”, dentre outras tolices, inventadas sob medida apenas para massagear o ego de pessoas e entidades civis e religiosas, às vezes, pouco ou nada altruístas, serve também para expiar alguma forma de pecado maior cometido em nome do capitalismo selvagem que tanto corrói a nossa hipócrita sociedade. Diante de autoridades inertes, o preço da gasolina e de outros bens de consumo já subiu por aqui e certamente outras mercadorias também terão um “pequeno acréscimo”. É a outra metade do mundo vendendo lenços.

E todos, “por pura bondade”, querem participar desta corrente de solidariedade humana. Não há Facebook que aguente com tantas fotos. Admiramos quanta gente boa existe por aqui. Como estamos num ano político, desconfia-se de tanta boa vontade. Se em Porto Velho não existisse a Vila Princesa, localizada lá pelas bandas do lixão da cidade, os poucos endinheirados que formam a elite local inventariam outra vila com as mesmas características só para poder praticar o seu altruísmo mensal. Pelo visto, esta enchente não está só trazendo águas barrentas e madeiras apodrecidas. Traz também muita alienação, medo, hipocrisia e falta de solidariedade. Mas brevemente vamos evitar o sofrimento pulando na famosa Banda do Vai Quem Quer. Este ano, vamos ultrapassar os 200 mil brincantes. E os atingidos pela catástrofe? “Ora, eu já dei o quilinho de arroz para eles. Sou do bem, deixe-me pular o carnaval em paz”.

*É Professor em Porto Velho.

RIO MADEIRA ATINGE 18,20 METROS ACIMA DO NÍVEL NORMAL; FORÇA NACIONAL COMEÇA A ATUAR

RIO MADEIRA ATINGE 18,20 METROS ACIMA DO NÍVEL NORMAL; FORÇA NACIONAL COMEÇA A ATUAR

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Às 9h15min deste sábado o nível do Rio Madeira em Porto Velho estava em 18,20 metros acima do nível normal e a situação de calamidade pública é eminente. No entanto, segundo as autoridades o problema ainda está sob controle. O grupo de 30 bombeiros da Força Nacional de Segurança (FNS) já chegou ao Estado para ajudar nas ações da Defesa Civil. O aumento do nível vai de encontrou às expectativas do Governo que, a falta de chuvas na Cordilheira dos Andes minimizaria o impacto da cheia na região. Na sexta-feira o nível oscilava oficialmente em 18,01 metros até às 18 horas, mas começou aumentar a partir das 19 horas segundo os dados da Agência Nacional de Águas (ANA). Assim, em 24 horas o nível aumentou 20 centímetros.

Na área central de Porto Velho o impacto das cheia aumenta diariamente. Toda a região nas proximidades do Rio Madeira está inundada mas pontos distantes até 800 metros, como na Avenida Campos Sales começam a inundar. A partir da Avenida Farqhuar, no trecho entre Alexandre Guimarães e Almirante Barroso, a única via com acesso à cidade é a Tenreiro Aranha. Mas mesmo nessa via um canal começou a levar as águas para a Rua. A Praça Madeira Mamoré está com mais de 40% tomada pela enchente.
Fonte: RONDONIAGORA
Autor: RONDONIAGORA
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R$ 2.450.000,00 - Ministério Público recomenda que Governo não dê verba a entidade carnavalesca

Sábado, 22 de Fevereiro de 2014 / 09:28 - Atualizado em Sábado, 22 de Fevereiro de 14 / 10:26



Em nota divulgada pela assessoria de comunicação do Ministério Público de Rondônia foi exposto alguns detalhes do convênio firmado entre a entidade Sociedade Cultural Carnavalesca e Esportiva Arco-Íris, Governo do Estado de Rondônia e Prefeitura Municipal de Porto Velho, que acaba demonstrando falta de sensibilidade e inoportunidade de celebração de carnaval em locais alagados e de riscos diante da maior enchente que a capital está atravessando nos últimos cinqüenta anos e que já deixou mais de 1.300 família desabrigadas.
A Sociedade Cultural Carnavalesca e Esportiva Arco-Íris deve receber verba pública – de acordo com o Ministério Público – para contratação de estrutura para a realização de festas carnavalescas em Rondônia, porém o Procurador-Geral de Justiça, Héverton Alves Aguiar (foto), havia instaurado Procedimento Investigatório Preliminar que apurou o destino dos recursos nas ordens de: R$ 2.450.000,00 do Governo do Estado, e R$ 830.000,00 da Prefeitura de Porto Velho – através da Fundação Cultural do município -, para aplicação em eventos para o Carnaval 2014 por meios de convênios, onde justamente foram notados as várias irregularidades.
Entre elas, segundo o MP, não consta nos autos qualquer comprovação ou especificação das atividades a serem realizadas nas localidades contempladas pelo projeto – como artistas e/ou bandas que irão se apresentar. Outro mais agravante é a previsão da realização da festa momesca em Nova Mamoré entre os dias 01 e 04 de março, localidade hoje que se encontra em estado lastimável devido a enchentes e que está sendo assistida pela Defesa Civil.
No que diz respeito a verba municipal, firmado com a Fundação Cultural de Porto Velho, consta que a verba de R$ 830.000,00 inclui o baile municipal, aquisição de fantasias, locação de trios elétricos que devem dar suporte a desfile de escolas de samba e outros serviços, assim como disponibilização de palcos, som e iluminação nos distritos de Porto Velho atingidos pela cheia do rio Madeira e que hoje estão no nível 2 da Defesa Civil – limite máximo para ser denominado como Calamidade Pública – como Jacy Paraná, Nova Mutum, Extrema, Nova California, Fortaleza do Abunã, Vista Alegre do Abunã, Calama, Nazaré e São Carlos – muitas dessas localidades ilhadas pela enchente.
Disse o Procurador –Geral de Justiça sobre o caso: “Considerando que, não obstante a maior parte dos recursos ser proveniente de emendas parlamentares, trata-se de verba pública, devendo primordialmente ser comprovado o interesse público na sua utilização, mormente destinação. No presente caso, verifica-se que as verbas estão sendo destinadas quase que exclusivamente para locação de som, palco e iluminação para eventos que nem se quer possuem programação artística constante nos autos, gerando incerteza acerca do  resultado do evento e até mesmo de sua realização”.
Confira matéria da Assessoria na íntegra abaixo:

O Ministério Público de Rondônia encaminhou notificação recomendatória ao governador Confúcio Moura e à superintendente Estadual de Esporte, Cultura e  Lazer, Eluane Martins, para que não formalizem convênio ou transfiram qualquer verba pública, ainda que oriunda de emenda parlamentar, para a Sociedade Cultural Carnavalesca e Esportiva Arco-Íris com finalidade de patrocinar as despesas para realização de festas carnavalescas no  Estado de Rondônia.

A recomendação foi encaminhada nesta sexta-feira, dia 21 de fevereiro, pelo Procurador-Geral de Justiça, Héverton Alves de Aguiar, após instauração de Procedimento Investigatório Preliminar para apurar a destinação de recursos públicos para a Sociedade Cultural Carnavalesca e Esportiva Arco-Íris, no montante de R$ 2.450.000,00, para aplicação em eventos para o carnaval de 2014 por meio de convênios, nos quais foram identificadas várias irregularidades.



O MP decidiu expedir a recomendação considerando que embora esteja disponibilizada verba pública para a contratação de estrutura para realização do evento, não consta nos autos qualquer comprovação ou especificação das atividades a serem realizadas nas localidades contempladas pelo projeto, a exemplo dos artistas e bandas que irão se apresentar.  Outro fator que chamou à atenção do Ministério Público é a previsão da realização do carnaval em Nova Mamoré, no período de 1 a 4 de março, quando é de conhecimento geral que a cidade está totalmente ilhada por conta das enchentes.



A Sociedade Cultural Arco-ìris também foi beneficiada com convênio firmado com a Fundação Cultural do Município de Porto Velho para a realização do carnaval 2014, no valor de R$ 830 mil,  incluindo o baile municípal, aquisição de fantasias, locação de trios elétricos para dar suporte a desfile de escolas e outros serviços, como disponibilização de palcos, som e iluminação em distritos de Porto Velho entre os quais Jacy Paraná, Nova Mutum, Extrema, Nova Califórnia, Fortaleza do Abunã, Vista Alegre do Abunã, Calama, Nazaré e São Carlos, quando essas localidades, como de conhecimento público, estão inundadas ou ilhadas em razão das enchentes do rio Madeira.



Outra consideração feita pelo MP é que a Sociedade Arco-Íris possui apenas quatro associados e sua sede está indicada no endereço do tesoureiro, demonstrando possível falta de estrutura para realização, com presteza, de todos os eventos assumidos. “Considerando que, não obstante a maior parte dos recursos ser proveniente de emendas parlamentares, trata-se de verba pública, devendo primordialmente ser comprovado o interesse público na sua utilização, mormente destinação. No presente caso, verifica-se que as verbas estão sendo destinadas quase que exclusivamente para locação de som, palco e iluminação para eventos que nem se quer possuem programação artística constante nos autos, gerando incerteza acerca do  resultado do evento e até mesmo de sua realização”, pondera o Procurador-Geral de Justiça.



Por fim, o Ministério Público sugere ao governo que os valores referentes aos convênios impugnados sejam destinados às ações sociais e restauradoras motivadas pela histórica enchente do rio Madeira.

RECEITA - Leilão de mercadorias é no dia 11 de março em Porto Velho



RECEITA - Leilão de mercadorias é no dia 11 de março em Porto Velho - CONFIRA EDITAL
http://www.rondoniaovivo.com.br/noticias/receita-leilao-de-mercadorias-e-no-dia-11-de-marco-em-porto-velho-confira-edital/111455#.Uwixs-NdVH4

RECEITA - Leilão de mercadorias é no dia 11 de março em Porto Velho - CONFIRA EDITAL

Sábado, 22 de Fevereiro de 2014 / 11:16
Podem participar pessoas físicas e jurídicas

A Delegacia da Receita Federal em Porto Velho remarca para o dia 11 de março, às 9h, a data para o primeiro leilão eletrônico de mercadorias apreendidas de 2014. As propostas devem ser feitas pela Internet no período de 24/2, a partir das 12h, até 10/03, também às 12h. O horário é sempre de Brasília, DF. Podem participar do evento tanto pessoas físicas quanto pessoas jurídicas. Os interessados devem ofertar seus lances de qualquer lugar do país. O leilão estava previsto para o dia 24 deste mês e foi a adiado para ajustes técnicos.

As mercadorias estão organizadas em 26 lotes e incluem peças automotivas, perfumes, mídias de DVD e CD, veículos automotores e outros objetos. O lote de menor valor tem lance inicial de R$ 576, e o maior valor, uma moto Honda CBR 600 RR usada, R$ 10 mil. Para apresentar a proposta de compra e respectivo lance, o interessado deve usar certificado digital válido próprio e seguir orientações constantes do edital do leilão.

O leilão é promovido pela Delegacia da Receita Federal em Porto Velho, e a exposição das mercadorias ocorre no período de 24 a 28 de fevereiro, nos locais e horários indicados no edital, isto é, nos órgãos da Receita em Porto Velho, Guajará-Mirim e em Vilhena, informa a analista-tributária Lívia Gobbo Lopes, da comissão organizadora do leilão.
Do valor arrecadado com o leilão, 40% vai para a Previdência Social e 60% é destinado ao Fundo de Desenvolvimento de Atividades Fiscais (Fundaf), do Governo Federal, para investimentos em atividades de fiscalização.

Edital e Informações

Informações e cópia do edital podem ser obtidas na Delegacia da Receita Federal em Porto Velho, na av. Rogério Weber, 1752 – Centro, fone (69) 3224-7511 ou 3224-3064; na Inspetoria da Receita Federal em Guajará Mirim, na av. XV de Novembro, 50 – Centro, fone (69) 3913-1070; e na Inspetoria da Receita Federal em Vilhena, na Avenida Sabino Bezerra de Queiroz, nº 483. Também está disponível no site www.receita.fazenda.gov.br, nas opções “leilões” – “Sistema de Leilão Eletrônico”.
Fonte: Assessoria

Rios Bolivianos podem inundar boa parte de Rondônia

CHEIA DO RIO MADEIRA

Rios Bolivianos podem inundar boa parte de Rondônia

Os rios estão totalmente fora de seus leitos e com áreas alagadas que variam de 50 e 400 quilômetros de distância das margens
22/02/2014 - 12:59:00 - De Olho No Tempo Meteorologia - Matéria Visualizada Vezes
mudar cor  mudar tamanho 
Guajará Mirim, RO - A situação dos municípios que enfrentam enchentes no estado de Rondônia pode tornar-se sem controle nos próximos dias, uma vez que os rios na Bolívia não param de subir.

Os rios Madeira, Mamoré, Araras e Guaporé, que já estão transbordando em solo rondoniense, vão subir ainda mais. A imagem feita pelo satélite AQUA da Agência Espacial Americana (NASA) nesta quinta-feira (20) mostrou a dimensão da enchente dos rios Beni e Madre de Dios, na altura de Riberalta, no departamento boliviano de Beni.

Os rios estão totalmente fora de seus leitos e com áreas alagadas que variam de 50 e 400 quilômetros de distância das margens. Comunidades, aldeias e cidades estão completamente isoladas, principalmente em Beni.

A chuva volumosa de até 150 milímetros que caiu nas cabeceiras do rio Beni deve aumentar ainda mais a enchente e como conseqüência, os rios Mamoré e Madeira, principalmente, tendem a subir até domingo (23).


Fonte: De Olho No Tempo Meteorologia



















Satélite da NASA mostra grandeza da enchente sobre a Bolívia que avança para Rondônia.

E EU DOEI PQ DEFENDO AS MESMAS IDEIAS QUE ELES... PELO QUE ELES REPRESENTAM NESSA CONQUISTA DE UMA "DEMOCRACIA" AINDA FRÁGIL MAS QUE USUFRUÍMOS, PELA LUTA QUE TIVERAM CONTRA A DITADURA...

E EU DOEI PQ DEFENDO AS MESMAS IDEIAS QUE ELES... PELO QUE ELES REPRESENTAM NESSA CONQUISTA DE UMA "DEMOCRACIA" AINDA FRÁGIL MAS QUE USUFRUÍMOS, PELA LUTA QUE TIVERAM CONTRA A DITADURA...
ME SENTI DA MESMA FORMA: CONDENADA NUM JULGAMENTO DE EXCEÇÃO!
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Chegando à reta final, a campanha que arrecada dinheiro para pagar a multa do ex-ministro José Dirceu, condenado na Ação Penal 470, teve doadores renomados, que têm um discurso para explicar a motivação da solidariedade.

Até as 12h desta quinta-feira 20, a iniciativa havia arrecadado R$ 825.529,40, já inclusa a transferência de R$ 143 mil feita pelo excedente de Delúbio Soares. Ontem, Dirceu foi notificado pela Justiça a pagar a multa de R$ 971.128,92, sob risco de ter seu nome inscrito na Dívida Ativa da União.

Ao 247, o advogado José Roberto Batochio, ex-presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), contou ter doado R$ 1 mil a Dirceu. "A solidariedade aos perseguidos é um valor a ser defendido na sociedade brasileira, que vive dias tão difíceis, quando muitos cultivam o ódio, sentimento típico de regimes fascistas", disse Batochio. Outro doador renomado foi o jornalista e escritor Fernando Morais, que foi taxativo ao justificar sua doação ao ex-ministro: "O dinheiro é meu. E com o meu dinheiro eu faço o que eu quiser".

Também jornalista, Paulo Moreira Leite, da revista IstoÉ – autor do livro "A outra história do mensalão", acredita que as doações são um instrumento para tornar inútil o esforço de realizar a "execução social" dos condenados na Ação Penal 470. "O que se quer é a execução social dos prisioneiros, que devem ser reduzidos a condição de seres manipuláveis e disponíveis, sem consciência nem vontade própria. As doações mostram que esse esforço é inútil".

Em entrevista recente ao jornal O Globo, o ator José de Abreu também declarou ter doado R$ 1 mil ao amigo Dirceu, que conheceu enquanto cursava a Faculdade de Direito. A intenção: "dividir a pena com ele". Crítico ferrenho da forma como foi julgada a Ação Penal 470, Zé de Abreu disse considerar "legítima" a iniciativa da militância, amigos e familiares em fazer a campanha de arrecadação (leia mais aqui).

Na última terça-feira, o PPS, presidido pelo deputado Roberto Freire (SP), protocolou representação na Procuradoria da República do Distrito Federal pedindo o bloqueio do dinheiro arrecadado por José Dirceu. O argumento do líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno, autor do documento, foi de que, como o petista também responde no Ministério Público a ação por improbidade administrativa, todo o seu patrimônio – incluindo a quantia da 'vaquinha' – precisaria ser tornado indisponível, a fim de que fosse garantido futuro ressarcimento ao erário (leia mais aqui).
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http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/131022/Doadores-explicam-sua-solidariedade-a-Dirceu.htm